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Seu veículo
tem um defeito de fabricação e você não sabe para quem reclamar? Comprou um
carro e o atendimento não lhe agradou? Se você se sente desamparado e não tem a
quem recorrer, peça nossa ajuda. Nós faremos o contato com a concessionária ou
com o fabricante para solucionar o seu problema. Leia, abaixo, alguns problemas
que já foram solucionados com a ajuda da Equipe AutoZ:
Regras
O AutoZ
reunirá todas as reclamações feitas durante o período de uma semana e as
encaminhará às empresas citadas pelos internautas. As empresas terão sete dias
úteis para se posicionarem. Após a publicação da justificativa, entraremos
novamente em contato para saber se a resposta foi satisfatória. Caso
não haja resposta dentro desse prazo, o AutoZ tornará pública as
reclamações, com a ressalva de que a empresa não se manifestou.
Clique aqui
para preencher o formulário de reclamação.
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Sirvo-me da presente carta para fazer as seguintes reclamações, passar minha insatisfação na compra desse carro zero-quilômetro – lembrando que a opção de comprar um zero-quilômetro seria não ter “dor de cabeça”.
No primeiro ano da compra apresentou problemas no nível de combustível. Quando foi levado pela primeira vez na concessionária constatou que seria uma mangueira rachada.
Dias depois voltou a apresentar o mesmo problema (com mais gravidade). Já na segunda visita à concessionária fui informado de que seria uma rachadura na parte da estrutura do tanque e que teria que ficar alguns dias para fazer a troca dessa peça.
Até o momento “tudo bem”, já que está na garantia total do primeiro ano.
Após as duas revisões (seis meses e de km) o carro voltou a dar outro problema. Começaram a apresentar no painel do carro problemas de injeção eletrônica – dando início na história.
Na primeira vez a concessionária constatou que seria a mangueira que estaria fora de posição; no dia seguinte voltou a apresentar o problema e tive novamente que me programar para levar o carro até a concessionária, sendo que desta vez teria que trocar uma peça – onde eu tenho o custo da mesma junto com a mão-de-obra.
Não entendo como um carro com pouco mais de um ano (13/02/2007 até 11/06/2008) pode apresentar tantos problemas; o pior é que tenho que arcar com esses valores.
Até que ponto vale comprar um carro zero-quilômetro?
Só tenho elogios dos atendimentos da concessionária, mas espero manter os mesmos junto a Volkswagen.
Lembrando que estou realizando o concerto do veículo arcando com os valores, porque dependo diariamente do carro.
André Figueiredo
11/06/2008 |
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Bom dia,
Recebemos uma reclamação de um leitor sobre um produto Volkswagen em nosso canal "Sua Defesa". Neste canal o internauta relata o problema e o AutoZ encaminha para a empresa em questão, que tem prazo de sete dias úteis para resposta.
Obrigada.
Fábia Marchetti
Revista AutoZ
12/06/2008
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RESOLUÇÃO |
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Revista Auto Z
A/C: Fábia Marchetti
Coluna Sua Defesa
E-mail: fabia.marchetti@autoz.com.br
Ref.: Leitor – André Figueiredo
Prezados Senhores,
Em atenção à consulta formulada pelo referido leitor, informamos que o assunto foi resolvido em 11.06.08, conforme contato com a concessionária e confirmado com o cliente.
Atenciosamente,
Central de Relacionamento com Clientes VW
1935/0471/rd. |
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Em 01/08/2007 efetuei uma venda de veículo (Fiat Siena, 1.0, Fire 2004/2004, alienado pelo Banco Finasa) ao fornecedor Viamar Veículos filial Pereira Barreto pelo valor de R$ 19.300,00. Foi ajustado com o vendedor Eber que o veículo seria quitado pela concessionária, e o restante devolvido para mim. Todavia como não se tinha exatamente o valor de quitação, ajustou-se a referida quitação em aproximadamente R$ 16.000,00. Dos valores de diferença resultou o montante de R$ 3.300,00.
De tal valor foi ajustado que R$ 2.250,00 seria dado como entrada para aquisição de novo veículo zero km (GM, PRISMA, S. Bernardo do Campo/SP, NF nº 019133, motor 1.4, ano 2007 (valor total de R$37.040,00 e entrada de R$ 2.250,00) leasing efetuado pelo Banco GM em 60 parcelas de R$ 913,00) em meu nome; R$ 875,00 como acessórios (friso lateral e insul film) e o restante destinado a lacração, documentos e IPVA integral deste veículo.
Ora o veículo Fiat Siena foi quitado pela concessionária em 07/08/2007 pelo valor de R$ 14.687,00, ou seja, pelo valor aquém do estimado. E assim, a diferença devida pela concessionária seria de R$ 4613,00.
Contatei por diversas vezes o vendedor e o mesmo me disse que não havia valores remanescentes a serem devolvidos pela concessionária. Fiz os cálculos considerando o pagamento integral do IPVA/2007 e DPVAT, e não os questionei mais acerca do eventual saldo remanescente.
Todavia, em 12/2008 ao consultar o IPVA do ano de 2008 do veículo adquirido GM Prisma surpreendi-me ao constatar que a concessionária havia pagado apenas a primeira parcela do IPVA 2007. Assim, envidei novo contato com a concessionária, vendedor Eber que declarou que o ajustado era apenas uma parcela do IPVA 2007, e que do valor remanescente da venda do veículo Siena R$ 14.687,00 refere-se à quitação junto ao FINASA, R$ 2.250,00 entrada para aquisição de novo veículo, R$ 875,00 acessórios e R$ 740,79 para lacração e 1ª parcela do IPVA 2007, assim não havia valores a serem devolvidos.
Não concordo com tal alegação, visto que deduzidas todas as despesas acima referenciadas a Concessionária Viamar me DEVE o valor de R$ 747,21 (que correspondia justamente ao valor de pagamento do IPVA integral do veículo GM PRISMA). A conduta do vendedor, como preposto da concessionária, é de má fé.
Ademais, foi sonegado pela Concessionária o contrato de leasing firmado junto ao Banco GM; notas fiscais dos acessórios; nota fiscal de serviços do despachante e não há entrega do orçamento contendo as condições gerais da transação de venda.
Fiz em 20/10/2007, queixa junto a ouvidoria da referida concessionária e até o pressente momento nenhuma resposta foi dada revelando total descaso. Tive prejuízos (também utilizo o veículo) visto que o veículo GM Prisma estava com o imposto em atraso e, portanto sujeito à apreensão pelo Órgão de Trânsito e, ademais, tive que arcar inesperadamente com o pagamento das parcelas 2ª e 3ª do IPVA 2007, no valor de R$ 612,00 (incluído juros e multa de 20%). Venho requerer que a concessionária devolva os valores das diferenças, no valor de R$ 747,21,devidamente atualizadas, em face ao veículo SIENA placa DKP XXXX, de minha propriedade, à época.
Obrigada,
Angela Maria Tourtoza |
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Bom dia!
Conforme contato por telefone, segue carta da leitora Angela Maria Tourtoza cadastrada em nossa seção "Sua Defesa". De acordo com as regras deste canal, a empresa tem sete dias úteis para responder.
Atenciosamente,
Mariana Postali
14/02/2008
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RESOLUÇÃO |
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A reclamação foi encaminhada por e-mail. A empresa não emitiu nenhum posicionamento no prazo estipulado. |
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Venho
comunicar que estou decepcionado com a qualidade do veiculo
produzido pela montadora GM e seus serviços de atendimento ao
cliente.
Detalhamento
do problema:
Comprei uma Montana Sport 2007 no dia 09/05/07, através da
concessionária Granleste (São Paulo - Belém), após três meses
identifiquei que a porta lateral esquerda (motorista) estava
raspando na saia lateral do veiculo (spoiler).
Com isso, levei o veiculo até a concessionária Granleste para
averiguar o que estava acontecendo. Após o diagnóstico da
concessionária fui informado que o problema estava na saia lateral
direita do veiculo (spoiler) empenada e que a mesma teria que ser
trocada. Sendo assim autorizei a troca do spoiler, porque para
efetuar a troca deste acessório o veiculo não seria afetado e suas
características originais (carroceria e pintura) seriam mantidas
por se tratar de uma peça de plástico. Porém a concessionária
não possuía a peça no estoque, tendo que realizar um pedido para
a fábrica. Foi agendada a substituição da peça em conjunto com a
revisão do veiculo que seria feito em 10/2007.
Ao vencer a revisão do carro (6 meses ou 10.000 km) levei o veiculo
para a concessionária Granleste para realizarem os serviços
necessários, inclusive a troca do spoiler lateral direito.
Durante a revisão fui informado pelo consultor da concessionária -
Luciano (Funilaria e Pintura) que o defeito do veiculo não estava
na saia lateral direita e sim na caixa de ar abaixo do spoiler. O
mesmo me informou que a caixa de ar estava empenada.
Pergunta:
Como é lançado um veiculo no mercado brasileiro com um problema de
carroceria? Passando pela linha de inspeção da fábrica e outros
processos produtivos.
Com isso a concessionária sugeriu que fosse feito um reparo de
funilaria e pintura do local afetado e troca do spoiler do veiculo.
Recusei imediatamente, pois o veículo que comprei é
zero-quilômetro e trata-se de um carro que custou R$ 43.000,00.
Não consigo acreditar que um veiculo zero-quilômetro tenha que
passar por um reparo de funilaria e pintura por um defeito de
fabrica.
Além do mais, acredito que se fosse um veiculo modelo exportação
não seria aprovado por outros países com controles de qualidades
exigentes.
Com isso entrei em contato com o SAC da montadora GM e abri um
chamado no dia 05/11/2007 (Chamado Nº 238548641). Após vários
contatos com o SAC e concessionária foi oferecido uma nova
solução:
-Ajuste da porta do motorista (elevar o máximo possível a porta
para cima de modo a não raspar mais na saia lateral);
-Repintura da saia lateral direita;
-Envergar a porta para dentro de modo a obter um melhor alinhamento
da parte estética externa do veiculo;
Pergunta:
Como pode ser oferecido a um cliente uma solução paliativa sem o
menor conceito técnico? Sendo que a peça de ar continua empenada.
Que garantia tenho que no futuro esta porta não volte a raspar na
saia lateral?
Após esta vergonhosa proposta de solução do problema estou em
contato direto com a Sra. Simone Lima (Dept. Diretoria GM) esperando
um posicionamento definitivo da GM do Brasil.
Douglas
Diniz de Sousa
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Bom
dia,
Conforme
contato por telefone, segue carta do leitor Douglas Diniz de souza
cadastrada em nossa seção "Sua Defesa". De acordo com as
regras deste canal, a empresa tem sete dias úteis para responder.
Após este período, a reclamação será publicada em nosso site
sem o parecer da empresa.
Atenciosamente,
Fábia Marchetti
26/12/2007
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RESOLUÇÃO |
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A reclamação foi encaminhada para a concessionária Granleste por e-mail. A empresa não emitiu nenhum posicionamento no prazo estipulado |
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Compramos
um Corsa Hatch 2007, em fevereiro/07. Tínhamos um Corsa Sedan 2005
e trocamos, pois queríamos um carro com ar-condicionado.
Solicitamos um carro completo: direção, ar-condicionado, travas e
vidros elétricos. Retiramos o carro da concessionária Carrera
Rebouças no dia 15/02. Assim que chegamos em casa, percebemos que o
plástico que envolve o volante estava desencaixado, não tinha
aditivo no motor e a trava do lado esquerdo estava com defeito
(atendimento VIP), dois dias depois levamos a outra concessionária
Carrera para fazer os reparos. Na primeira revisão dia 27/10
descobrimos que o ar-condicionado que compramos supostamente
"de fabrica", foi instalado na própria concessionária.
Procuramos
a pessoa responsável no dia 29/10 sem sucesso e abrimos uma
reclamação na GM - protocolo 236906590 - que até o momento não
nos posicionou sobre os problemas.
Além
disso, essa Carrera Rebouças não nos retornou até hoje sobre o
recall de troca de um parafuso da suspensão, já fizemos essa troca
na Carrera de Santos.
Queremos
um posicionamento o mais breve possível, pois não fomos
questionados sobre a opção de instalação do ar pela própria
concessionária e o que prova a má fé são as notas que nos foram
entregues, constando o serviço de instalação de trava e vidro
elétrico e outra do veiculo que só consta um código de opcionais
(infelizmente não conseguimos reconhecê-los no ato da compra, pois
não trabalhamos na GM). Quero que seja instalado o ar de fabrica ou
que nos devolvam o dinheiro pago, não queremos mais este carro
assim. Procuramos uma concessionária GM por segurança e
confiança. Se a GM não garante essas duas características que
procuramos. O que adianta?
Obrigada
pela ajuda.
Janaina Anhas
18/11/2007
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Bom
dia André,
Conforme
contato por telefone, segue carta da leitora Janaina Anhas
cadastrada em nossa seção "Sua Defesa". De acordo com as
regras deste canal, a empresa tem sete dias úteis para responder.
Após este período, a reclamação será publicada em nosso site
sem o parecer da empresa.
Atenciosamente,
Fábia Marchetti
19/11/2007
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RESOLUÇÃO |
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A reclamação foi encaminhada para o gerente da concessionária, André, por e-mail. A empresa não emitiu nenhum posicionamento no prazo estipulado. |
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Comprei
um Corsa Classic zero-quilômetro, na Concessionária Viamar Anália
Franco, e no dia 25/10/2007 mandei o carro para a 1º Revisão;
porém o mecânico responsável pela Revisão do carro esqueceu de
colocar a tampa do óleo no motor. Não abri o capô do carro para
verificar o que foi feito na revisão, isso porque mandei o mesmo na
própria oficina GM, confiando neles. Com isso acabei andando com o
veículo vazando óleo durante 4 dias e no quarto dia o motor
começou a bater e ficar barulhento e o veículo chegou a morrer. Ao
abrir o capô do carro identifiquei que a tampa onde é colocado o
óleo estava atrás do motor e toda a parte interna do motor, capô
e pára-choque, estavam lambuzada de óleo; então encaminhei o
carro à concessionária acima e os mesmo simplesmente trocaram o
óleo e alegam que o motor estava "OK". Após colocarem o
óleo, relatam que o motor do carro não apresentava
"barulho", porém como posso confiar e saber se as partes
internas do motor não estão danificadas como: Bronzina, Tuchos e
outras. Isso porque eles nem abriram o motor do carro para checar e
não querem dar nenhum laudo sobre a responsabilidade deles por
eventuais problemas futuros no motor, mesmo após a garantia.
Entendo que após isso a vida útil do motor do meu carro não será
a mesma.
A
que eu tenho direito e o que posso fazer neste caso?
Peço
a sua ajuda.
Desde já agradeço.
Marcelo Borges Reis
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Bom
dia Andréia,
Conforme
contato por telefone, segue carta do leitor Marcelo Borges Reis
cadastrada em nossa seção "Sua Defesa". De acordo com as
regras deste canal, a empresa tem sete dias úteis para responder.
Após este período, a reclamação será publicada em nosso site
sem o parecer da empresa.
Atenciosamente,
Fábia Marchetti
11/12/2007
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RESOLUÇÃO |
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A oficina desmontou motor e componentes do motor, trocando peças, na presença de um familiar do cliente. Em seguida foi feito teste e constatado que o motor não apresentava nenhum problema, sendo que a Viamar oferece ao cliente 3 anos de garantia, se forem feitas todas as revisões na Viamar.
O caso foi resolvido e encerrado.
Grata,
Andrea/SAC
11/12/2007 |
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Comprei
uma Moto Honda Tornado 250 2007, em 28.12.2006, e logo na 1ª
revisão fev/07 já questionei o escurecimento dos raios e o começo
de oxidação de algumas peças. Na 2ª mai/07 e 3ª out/07 a mesma
coisa e todas às vezes fui informado que a garantia não cobre
conforme consta no manual página ‘Observações’ transcrito
abaixo: "Os seguintes itens não fazem parte da garantia:
desgaste natural e corrosão do produto".
Em
23.11.07 fui à concessionária Salvador Motos Ltda (Novo Tempo) e
liguei para SAC 0800552221 e que junto com o responsável do setor
de Garantia, com quem já tinha falado nas 03 (três) revisões,
chegou a mesma conclusão anterior, que a garantia não cobre.
Solicitei
uma resposta formal, onde foi aberto uma ordem de serviço de
Nº27.498 e tirado fotos dos locais avariados.
Os
meus questionamentos são:
1-
Essa oxidação não é exclusiva apenas na minha moto, pois na
própria oficina achei uma moto do mesmo ano e meses mais nova com
os meus problemas; não satisfeito achei uma outra modelo 2008, no
setor de vendas de usadas com os mesmo problema em fase inicial.
2-
Esse problema é antigo nas tornados e Falcon, pude observar em
outras motos e depoimentos de proprietários e pessoal da
concessionária.
3-
As peças são de baixa qualidade e pode ser facilmente detectadas
com teste em um órgão competente e não através de
"olhometro".
4-
A Honda no passado já cobriu várias peças na garantia por
oxidação e hoje a solução encontrada foi colocar no manual essa
ressalva. E nós consumidores ficamos no prejuízo com a
desvalorização do bem.
Espero
que a Honda do Brasil reveja seus fornecedores e a qualidade dos
produtos que passam a agregar sua marca e troque as peças da minha
moto com menos de 12 meses de uso.
Atenciosamente,
Heraldo Gavazza
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Bom dia,
Segue carta do leito Heraldo Gavazza cadastrada em nossa seção "Sua Defesa". De acordo com as regras deste canal, a empresa tem sete dias úteis para responder. Após este período, a reclamação será publicada em nosso site sem o parecer da empresa.
Atenciosamente,
Fábia Marchetti
11/12/2007
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RESOLUÇÃO |
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Ao
Site AutoZ
Ref. Carta do leitor Heraldo Gavazza
Agradecemos o contato do cliente e informamos que, após o acompanhamento da equipe técnica Honda junto à concessionária, concluiu-se que a causa da ocorrência não está relacionada a qualquer falha de montagem ou de fabricação, e sim pela ação de agente externo, reafirmando que a Honda trabalha e exige de seus fornecedores matéria-prima de primeira linha, padrão da marca em todo o mundo.
Estamos à disposição para mais esclarecimentos.
Atenciosamente
Ricardo Ghigonetto
Assessor de Imprensa
Moto Honda da Amazônia
18/12/2007 |
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